Sem Carnaval por aqui

Com exceção dos bancos e Correios, que seguem a determinação nacional, Pomerode continuará com vida normal nesse Carnaval. Nos últimos anos, comércio e indústrias já vinham deixando a festa nacional, sem muita representatividade por essas bandas, de lado. Agora o poder público também aderiu à corrente, nem os setores da Prefeitura e nem a Câmara de Vereadores farão ponto facultativo. Decisão mais do que acertada, não há motivos para frear a vida normal por aqui.  

Então já sabe, só terá que reprogramar a agenda se precisar dos bancos e Correios, de resto, segue a vida.

Permanece o capim 
Que a realização da manutenção nas rodovias que ligam Pomerode às cidades vizinhas é insuficiente nós já sabemos. Mas o pior de tudo é que mesmo quando realizadas, não resolvem o problema. Exemplo disso são as roçadas e a operação tapa-buraco (que talvez devesse receber um complemento: tapa-buraco, cria obstáculo). No caso das roçadas, o capim continua ali, só que mais baixo. Isso mesmo, até cortaram o dito cujo, mas limpar a via não fez parte dos trabalhos. Então, o mato continua apodrecendo sobre as calçadas.  

No caso do tapa-buracos, ficou difícil entender se essa era realmente a finalidade, pois parece que o objetivo foi o de criar mini lombadas e obstáculos na via e no acostamento. Todo o asfalto “sobrado” foi descartado às margens da pista de rolagem. Talvez ainda seja recolhido, mas, a julgar pelo andamento do capim, deve ter o mesmo destino. Para o governo do Estado, a mais simples tarefa parece um desafio astronômico. Triste destino para nosso valoroso Estado.

Revolta dos militares  
Na terça-feira, dia 18, a Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (Aprasc) e o governo do Estado tinham uma reunião marcada para discutir as perdas inflacionárias da categoria, mas o encontro foi adiado pela Secretaria de Administração para sexta-feira, dia 21. 

O cancelamento gerou a revolta da entidade, que deslocou diretores regionais, com custo para a instituição. “Diretores de todas as regiões, como extremo-oeste, viajaram só para acompanhar as negociações. Isso foi um desrespeito com a categoria, que agora reforça ainda mais sua mobilização. Não aceitamos o pacote indecente do governo e vamos lutar por nossos direitos”, destacou o presidente da Aprasc, João Carlos Pawlick.

Os militares vem se mobilizando desde outubro pedindo a reposição salarial, mas até agora as negociações não avançaram. O governo apresentou 12,5% de reajuste, abaixo dos 37% que os praças alegam ter perdido nos últimos seis anos.

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