Presidente da FCF indica compra de testes rápidos para viabilizar volta do Catarinense

Federação aguarda liberação do Governo de Santa Catarina para retomar jogos em 16 de maio

Foto: Assessoria/FCF
Rubens Angelotti aguarda aval do Governo de Santa Catarina.

Em meio à espera do aval do Governo de Santa Catarina para liberação de jogos com portões fechados a partir de 16 de maio, o presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Rubens Angelotti, deu detalhes sobre o plano de ação para viabilizar que a competição continue.

Em entrevista ao Debate Diário, da CBN, nesta segunda-feira, o dirigente indicou que a Associação de Clubes vai comprar kits de testes rápidos para detectar infecção do novo coronavírus em jogadores e demais envolvidos nas partidas.

– Temos canais de compra de testes através do doutor Funchal (Luis Fernando Funchal, chefe do departamento médico do Avaí). Essa compra será feita através da Associação de Clubes e repassada jogo a jogo aos clubes, além também da distribuição de uma determinada quantidade a cada clube para que possam testar os jogadores durante os treinamentos – disse o dirigente. 

Na semana passada, a Federação enviou um ofício ao Governo de Santa Catarina pedindo a liberação dos jogos com portões fechados a partir de 16 de maio, uma vez que o governador Carlos Moisés (PSL), por meio de decreto, proibiu qualquer evento esportivo até 31 de maio. A resposta deve ser dada nos próximos dias. Caso seja negativa, Angelotti traçará nova meta.

– A gente não tem uma data concreta. Tínhamos uma expectativa de data que era dia 9 de maio, mas aí passou para o dia 16 (por conta das férias dos atletas). Daqui a pouco, pode ser dia 1º de junho, pois depende do pico da doença, que não sabemos quando vai ocorrer – destacou.

A entidade elaborou um protocolo de saúde através do médico Luis Fernando Funchal com a participação do infectologista Valter Rotolo da Costa Araújo. A esperança é que o material convença as autoridades a aprovar o recomeço do Catarinense. Entre alguns pontos de destaque, de acordo com Angelotti, está o uso obrigatório de máscaras. 

– É uma questão de análise do protocolo. Vamos ver a determinação do Governo e dos órgãos de saúde pública. Se o atleta quiser jogar de máscara, é difícil, mas não impossível (risos). Quem estiver no banco de reservas, os massagistas, os gandulas, o delegado de jogo e os demais envolvidos, sim, todos devem estar de máscaras – completou. 

O Avaí terminou a primeira fase na liderança, seguido de Brusque, Figueirense, Marcílio Dias, Criciúma, Juventus, Joinville, Chapecoense, Concórdia e Tubarão – os dois últimos disputam o mata-mata do rebaixamento.

*Com informações Globo Esporte

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