Mais de um século semeando cuidado

Relatos revelam a evolução do HMRT e o vínculo entre saúde, comunidade e o legado da instituição

Fundado sobre raízes de cuidado e solidariedade, o Hospital e Maternidade Rio do Testo carrega em sua história o gesto pioneiro de Dona Rosa Bork, parteira que trouxe ao mundo centenas de crianças, incluindo Schwester Anita, nascida em 8 de julho de 1920. “Foi ali que começou tudo, com acolhimento às mães e dedicação comunitária. É por isso que essa data é símbolo do nascimento da nossa instituição”, ressalta o pastor Adelsir Sturzbecher.

Foto: Acervo Rose Fischer

Ao longo das décadas, líderes comunitários e religiosos impulsionaram a transformação do antigo hospital Nossa Senhora da Glória, que passou oficialmente para a gestão evangélica-luterana em 1954, com a chegada do Pastor Edgar Liesenberg. Desde então, a instituição se tornou referência em atendimento hospitalar na cidade, contando com o apoio das 13 comunidades que hoje são suas mantenedoras.

Segundo o Pastor Adelsir, “fé, saúde e educação sempre foram pilares da igreja luterana, e cuidar da saúde significa cuidar do ser humano como um todo — corpo e alma.” Essa filosofia se concretiza nas ações diárias da Paróquia São Marcos, que mantém, por exemplo, o tradicional café beneficente em prol do hospital.

O caminho do HMRT é marcado por nomes inspiradores, Rosa Bork, Schwester Anita, e tantos outros que assumiram o compromisso ao longo dos anos. O hospital floresceu com propósito: ser abrigo, amparo e esperança. E como destaca o pastor, “isso é servir a Deus e nossa igreja faz isso com grande alegria”.

Legado: registro de Rosa Bork ao lado do marido Karl na década de 1960. Foto: Acervo Rose Fischer

Valores de Rosa Bork seguem vivos na cultura do HMRT

Em visita à nova ala da maternidade do Hospital e Maternidade Rio do Testo (HMRT), inaugurada em abril de 2025, a neta de Rosa Bork, Dra. Rose Mari Fischer, médica obstetra e ginecologista, ficou surpresa com o cuidado dedicado ao conforto das parturientes e recém-nascidos. “Tudo foi muito bem pensado e organizado. Um ambiente acolhedor, que parece minimizar até as dores do parto”, comentou. Durante a cerimônia, uma idosa chegou a brincar: “até eu queria ter nenê aqui”.

Rose revela o que o espaço representa: o reflexo de princípios que deram origem ao HMRT há mais de 100 anos, quando Rosa Bork, jovem parteira nascida em 1894, começou a atender mulheres em sua própria residência ao lado do marido Karl Bork. Com incontáveis partos registrados, Rosa foi peça-chave na fundação da maternidade no então distrito Rio do Testo, que na época pertencia a Blumenau.

Segundo Rose, os valores que norteavam a atuação de sua avó continuam presentes no dia a dia da instituição: o respeito ao paciente, a escuta atenta, a paciência diante da fragilidade da vida e o compromisso com práticas humanizadas: “como aguardar o momento seguro do nascimento, sem intervenções desnecessárias”.

Para a neta, além da excelência técnica, Rosa deixava ensinamentos pela vida que levava. Em suas horas livres, ensinava meninas a bordar e costurar, contribuindo para que algumas encontrassem profissão e sustento. “Ela acreditava na importância de estudar e honrar a palavra dada. Sabia ensinar e trabalhar em equipe. O êxito dela também pertence ao meu avô, Karl, que sempre esteve ao lado, apoiando enquanto ela se ausentava para fazer  os partos”, relembra Rose.

O olhar sensível de Rosa Bork continua presente em cada novo nascimento, em cada cuidado, em cada gesto que honra uma história feita de coragem, compromisso e amor pelo outro.

Presença afetuosa: Com doçura e dedicação, Schwester Anita conquistava corações e deixava marcas profundas por onde passava. Foto: Livro Cor Verde

O legado eterno de Schwester Anita

Algumas pessoas não apenas passam pela vida, elas transformam o mundo ao seu redor com empatia, sabedoria e compromisso. Entre elas está Schwester Anita, uma figura emblemática na história de Pomerode e pilar fundamental no desenvolvimento do Hospital e Maternidade Rio do Testo (HMRT).

Nascida em 1920, descendente dos primeiros colonizadores da cidade, Anita Guenther veio ao mundo no mesmo local que, anos depois, se tornaria o hospital ao qual dedicaria sua missão. Desde jovem, demonstrou vocação religiosa e humanitária, iniciando sua trajetória como voluntária em instituições de saúde. Sua formação como diaconisa a levou por diferentes regiões do Sul do país, sempre guiada por sua fé e pelo desejo de servir às comunidades com carinho e dedicação.

Foi esse mesmo espírito de entrega que a trouxe de volta à sua terra natal, em um momento delicado para o HMRT, onde assumiu a liderança administrativa com coragem e resiliência. Sob sua direção, o hospital atravessou períodos de instabilidade e ganhou nova força, tornando-se referência no cuidado às famílias pomerodenses.

Seu trabalho foi muito além das responsabilidades clínicas. Schwester Anita também atuou fortemente na valorização da cultura local. Em 1984, fundou o Grupo Folclórico Pomerano, iniciativa que resgatou as tradições pomeranas por meio da dança, dos trajes típicos e da união comunitária. Mesmo em tempos de resistência cultural, foi uma defensora incansável do patrimônio imigrante e incentivou a juventude a se orgulhar de suas raízes.

A atuação de Anita expandiu-se por diversas frentes: presidiu grupos comunitários, integrou conselhos culturais e religiosos e tornou-se referência em ações solidárias. Durante seus últimos anos, permaneceu envolvida com as causas pelas quais sempre lutou, residindo no hospital e mantendo sua rotina ativa em atividades voluntárias e pastorais.

Seu falecimento, em 2015, no dia do professor, data simbólica que refletia seu papel como orientadora de gerações, marcou o encerramento de uma jornada extraordinária. No entanto, o legado de Schwester Anita permanece vivo nos corredores do hospital, nas celebrações culturais da cidade e na memória afetiva da população que por décadas foi tocada por sua generosidade.

Mais do que uma líder, ela foi um exemplo de amor ao próximo e de compromisso com o bem coletivo. Hoje, seu nome representa não apenas uma história — mas um convite à continuidade de valores que constroem comunidades fortes: solidariedade, fé e pertencimento.

Memórias: Buba Schmidt, filho de Rodolpho Pedro Schmidt, relembra partes da história feita de coragem, comunidade e legado. Foto: Marta Rocha/Testo Notícias

Obras, esforço e memórias que constroem uma história

Embora nunca tenha ocupado cargo direto no HMRT, Rodolpho Otto Schimidt, conhecido como Buba Schmidt, carrega em sua memória um capítulo essencial da história da instituição. O protagonista, segundo ele, foi seu pai, Rodolpho Pedro Schmidt, conhecido como Rudolf, figura central em momentos decisivos para o hospital e para a saúde da comunidade de Pomerode.

Foi Rodolpho quem mobilizou mais de 300 assinaturas em prol da entidade. Esse gesto, aparentemente simples, foi decisivo: marcou o início de um processo de transformação e representatividade local. “Depois disso, meu pai foi, por muito tempo, presidente do hospital”, conta Buba.

Mais do que decisões administrativas, Rodolpho esteve diretamente envolvido na construção do colégio Dr. Blumenau e do próprio hospital. “Todas as obras ele controlava”, relembra Buba. “Os caminhões da Porcelana Schmidt iam buscar areia gratuitamente para a construção.” A união entre comunidade, indústria local e vontade de servir foi combustível para erguer a infraestrutura hospitalar de Pomerode.

Buba também compartilha lembranças dolorosas, como a do sogro, que faleceu durante o traslado até Blumenau por falta de atendimento adequado em Pomerode. “Várias pessoas morriam porque não tinham atendimento hospitalar.” Foi esse vácuo assistencial que motivou a ampliação da estrutura médica local.

Ele destaca a atuação essencial do pastor Edgar Liesenberg, responsável por captar recursos da Alemanha em apoio ao hospital. “Era um fundo para países subdesenvolvidos”, relembra.

A mudança do nome da instituição também foi palco de tensões. O hospital, inicialmente vinculado à Igreja Católica, tinha como administrador, Wadislau  Konstansky, que resistia à presença luterana, predominante entre os moradores de Pomerode. “Foi uma briga muito grande”, relata Buba.

Apesar de não lembrar o tempo exato que o pai permaneceu na presidência, Buba ressalta que Rodolpho seguiu contribuindo com o hospital mesmo após deixar o cargo, especialmente com sua expertise em construção civil.

Hoje, aos 80 anos, Buba visita o hospital e observa com orgulho o impacto que ele tem. “Tem tanta gente, às vezes não há vaga no estacionamento. Isso mostra o quanto o hospital contribui com a saúde dos pomerodenses.” Para ele, a evolução do HMRT é notável — desde os tempos em que equipamentos eram escassos até o atual reconhecimento como instituição referência no Vale do Itajaí.

História: Ruth Gaedtke, esposa de Servino Gaedtke compartilha relatos da paixão e o compromisso do marido com o HMRT. Foto: Marta Rocha/Testo Notícias

Uma liderança movida pela visão comunitária

O HMRT, referência em saúde na região de Pomerode, carrega em sua trajetória o esforço e a dedicação de inúmeras pessoas que contribuíram para torná-lo o que é hoje. Entre esses nomes, destaca-se Servino Gaedtke, cuja atuação incansável na diretoria da instituição marcou gerações.

Por mais de 30 anos, Servino esteve envolvido diretamente com a administração do hospital, uma relação que começou ainda na juventude. Segundo dona Ruth, esposa de Servino, “ele amava o hospital. Era mais do que um trabalho, era uma paixão”.

Em tempos difíceis, quando os recursos escasseavam, Servino foi protagonista em transformar desafios em progresso. Ele já trabalhava como voluntário na época em que médicos renomados, como o Dr. Horst Wilhelm Bernhardt e o Dr. Wanderley de Lima chegaram à instituição. Também se dedicou à modernização da estrutura física e organizacional do HMRT. “Ele sempre dizia que era importante ser útil à comunidade”, relembra.

Sua atuação ultrapassava os cargos administrativos. Mesmo quando não ocupava oficialmente a presidência, estava sempre presente, mobilizando forças para atender melhor à população de Pomerode.

O legado de Servino transcendeu sua própria vida. Inspirado pelo exemplo do pai, seu filho Carlos seguiu a carreira médica, especializando-se em gastroenterologia. “Servino levava Carlos ao hospital desde pequeno. Isso despertou nele a paixão pela medicina”, conta dona Ruth.

Em 2021, Servino faleceu durante a pandemia, mas sua presença permanece viva na memória de quem conviveu com ele — funcionários, pacientes e a própria comunidade. “Quero agradecer a todos que colaboraram com o hospital ao longo dos anos. Servino sempre valorizou essa união em prol da saúde da nossa comunidade”, conclui dona Ruth, emocionada.

Trabalho: Leane Hass Zimmermann, filha de Léa Hoge Hass, fala sobre o trabalho da mãe com os registros, principalmente de óbito e nascimento, feitos no HMRT. Foto: Jonathas Albuquerque/Testo Notícias

Uma família que documentou vidas

A memória do Hospital e Maternidade Rio do Testo não vive apenas nos corredores e prontuários médicos, mas também nas páginas cuidadosamente registradas por mãos que nunca vestiram jalecos, mas que foram essenciais na consolidação da história da saúde em Pomerode. Essa é a história de Léa Hoge Hass, que foi tabeliã e registradora civil por mais de seis décadas.

Segundo a filha, Leane Hass Zimmermann, a história da mãe começa literalmente nas mãos da fundadora do hospital, Dona Rosa Bork, que foi quem assistiu o parto de Dona Léa. “Desde então, durante toda a sua vida, a trajetória da minha mãe nunca se desvencilhou do HMRT”.

Leane conta que atuando pelo cartório, Dona Léa foi testemunha e responsável por milhares de registros de nascimento e óbito da cidade, muitos deles realizados com urgência, fora do expediente e em situações que exigiam agilidade para salvar vidas ou garantir dignidade no adeus. “Era comum ela ser chamada em fim de semana para emitir documentação necessária para o traslado de corpos ou registro de bebês que precisavam de atendimento imediato fora do município”, relembra.

O envolvimento da família Hass com o hospital não se restringiu ao cartório. Os avós de Leane também estiveram ativamente presentes na construção física do HMRT. A avó costurava roupas de cama e participava de mutirões comunitários, enquanto o avô contribuía com tijolos e telhas fabricados em sua olaria. “Foi uma época em que o hospital se tornou realidade graças ao esforço coletivo de empresários e moradores locais”, conta.

Além das certidões, Léa também foi peça-chave na formalização jurídica do hospital. Documentos como estatutos, atas de diretoria e registro oficial da empresa passaram por seu cartório desde a década de 1960. Com a profissionalização da administração hospitalar, ela garantiu que as documentações legais estivessem em conformidade com a legislação vigente, mais uma forma de cuidar da instituição, com seriedade e afeto.

Hoje, Leane dá continuidade a essa herança, preservando não só a história de sua mãe, mas também a consciência do impacto que registros, por vezes silenciosos, têm na vida das pessoas e na trajetória de uma instituição. “A contribuição da minha mãe com o hospital foi de forma silenciosa, mas extremamente relevante. Ela ajudou a dar identidade e dignidade a muitas vidas que passaram por ali”, afirma.

Cuidado: Elise Raasch se orgulha dos 34 anos de dedicação ao Hospital e Maternidade Rio do Testo. Foto: Jonathas Albuquerque/Testo Notícias

Uma vida dedicada ao HMRT

A técnica de enfermagem Elise Raasch carrega consigo mais que décadas de serviço: ela carrega a alma do Hospital e Maternidade Rio do Testo. No dia 10 de dezembro de 1987, quando ingressou oficialmente na unidade como atendente de enfermagem, Elise não imaginava que sua trajetória se entrelaçaria tão profundamente com os corredores, quartos e histórias do HMRT.

Naquela época, segundo ela, o hospital era outro. Os profissionais atuavam em todas as frentes, desde a limpeza, rouparia e os cuidados aos pacientes, com dedicação e sem distinção de função. “A gente fazia de tudo. Cada paciente era um compromisso, um dever e, acima de tudo, uma missão”, relembra.

Ao longo dos 34 anos de trabalho, Elise viu o hospital se transformar. De uma equipe reduzida e multifuncional, o HMRT passou a contar com auxiliares, técnicos, enfermeiros, médicos, profissionais de radiologia e equipes de plantão. “Nós fomos estudando, evoluindo. A estrutura cresceu e tudo começou a se dividir, a fluir melhor”, conta.

Foi nesse cenário que Elise descobriu seu gosto pela ação. Quando surgiu a oportunidade de atuar no pronto-socorro, ela não hesitou. Apesar do receio inicial, encontrou ali o seu lugar. “Eles sempre me diziam ‘Você é o pronto-socorro’. Eu precisava ver a coisa acontecer. E foi lá que me apaixonei pela dinâmica do atendimento”, afirma.

Antes do pronto-socorro, a maternidade também marcou profundamente sua trajetória. Entre os muitos momentos emocionantes, um parto improvisado em 1988 ficou gravado para sempre em sua memória. Em um dos plantões, com várias mulheres em trabalho de parto, Elise precisou impedir uma mãe de fazer força, até que, por fim, segurou o bebê pelos pés até a chegada do médico. “Foi um choque. Mas eu lembrei do que tinha aprendido e fiz o que era preciso. Ali eu percebi que estava pronta”, relata.

Mais do que acompanhar nascimentos, Elise também esteve presente em momentos sensíveis, como atendimentos a pessoas em sofrimento profundo. “São desafios que envolvem o emocional, a ética e a humanidade”, compartilha.

Na pandemia, embora não estivesse em contato direto com pacientes de Covid-19, seguiu ativa em outros setores, acompanhando de perto o impacto da crise na estrutura hospitalar.

Para Elise, trabalhar no HMRT foi mais do que um ofício. “Eu cresci aqui. Vivi o nascimento e também a morte. Aprendi sobre a vida como ninguém aprende lá fora. Todo mundo deveria passar ao menos um mês aqui dentro para entender o valor da saúde e da empatia”, reflete.

Formada como técnica de enfermagem, ela hoje enxerga no hospital um espaço essencial, em constante evolução. “É preciso comemorar. Porque ele cresce, ele transforma, e ainda tem muito a oferecer.”

53 anos de medicina: Dr. Wanderley de Lima escolheu Pomerode como lar profissional, testemunhando gerações e escrevendo capítulos essenciais da história do HMRT. Foto: Jonathas Albuquerque/Testo Notícias

Meio século de cuidado e compromisso com Pomerode

No dia 31 de julho de 1972, um jovem médico decidiu trocar os grandes centros urbanos pela tranquilidade de uma cidade pequena. Movido pelo desejo de trabalhar no interior, o Dr. Wanderley de Lima encontrou em Pomerode não apenas seu destino profissional, mas também sua vocação profunda: servir à comunidade com dedicação e humanidade.

Com 53 anos de atuação contínua no Hospital e Maternidade Rio do Testo, Dr. Wanderley não apenas testemunhou, mas protagonizou, a evolução da saúde local.

Quando chegou ao HMRT, o cenário era modesto: poucos recursos, equipe enxuta e um hospital limitado em estrutura. “Só tinha o centro à frente, a maternidade e um centro cirúrgico pequeno. Eu fazia tudo: cirurgia, cesariana, anestesia, atendia gestantes e tantas outras coisas”, relembra.

Mesmo diante das adversidades, como o período em que assumiu sozinho os atendimentos após seu colega sofrer um aneurisma, o médico seguiu firme, superando cada obstáculo com resiliência. Hoje, atende até a quarta geração de famílias da região. “É gratificante quando alguém me reconhece: ‘O senhor fez a minha cesariana’. Isso não tem preço.”

A medicina vivida por Dr. Wanderley mudou drasticamente ao longo das décadas. “No começo, eu trabalhava sem imagem. Só tinha um raio-x velho. Hoje temos tomografia, ressonância, ultrassom. Isso facilitou demais o diagnóstico clínico.”

Especialista em clínica médica e medicina do trabalho, ele atuou em praticamente todas as áreas do hospital, sempre impulsionado pela paixão pelo que faz. Para o médico, trabalhar no HMRT foi mais do que uma carreira, foi um chamado. “Faço o que eu gosto. Atender pessoas, diminuir o sofrimento, deixar alguém mais alegre… Não há dinheiro que pague isso.”

Segundo o médico, é o trabalho dele e de tantos outros profissionais o que consolidou o hospital como referência na região. “A estrutura evoluiu, os municípios vizinhos confiam no Hospital de Pomerode. E isso é muito importante.”

O Hospital e Maternidade Rio do Testo completa 105 anos de história. Deles, 53 foram acompanhados de perto por Dr. Wanderley, tempo suficiente para se tornar parte essencial da memória institucional. “Eu cresci com esse hospital. Com ele vieram os desafios, os aprendizados e a minha realização como médico.”

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