A semana começa com tempo instável e temperaturas mais amenas em Santa Catarina. Nesta segunda-feira (09), o predomínio é de muitas nuvens em todo o estado, embora ocorram algumas aberturas de sol ao longo do dia.
No Extremo Oeste, Oeste e Meio-Oeste, há condições para chuva e temporais isolados, principalmente durante a tarde. Já do Planalto ao Litoral, a previsão indica chuva ocasional, intercalada com períodos de melhoria.
As temperaturas ficam mais baixas devido à presença de uma massa de ar mais frio atuando no Sul do Brasil. As máximas permanecem abaixo de 25°C em grande parte do estado, enquanto na região da serra os termômetros devem ficar em torno de 20°C. O vento sopra do sudeste, com variação para nordeste no Oeste, com intensidade fraca a moderada.
Na terça e quarta-feira (10 e 11), o tempo segue com muitas nuvens e chuva isolada no litoral e em áreas próximas, podendo ocorrer a qualquer momento do dia. Nas demais regiões catarinenses, o sol aparece com mais frequência, mas ainda há chance de temporais isolados no Oeste, especialmente no período da tarde.
Durante esses dias, as temperaturas voltam a subir gradualmente, com máximas entre 24°C e 30°C no estado. Na serra, os termômetros devem variar entre 23°C e 25°C.
Na quinta-feira (12), a influência de um sistema de baixa pressão no Rio Grande do Sul deve aumentar a instabilidade no Oeste e no Sul de Santa Catarina, com maior presença de nuvens e possibilidade de chuva e temporais isolados ao longo do dia. Nas demais regiões, o sol aparece entre nuvens, com pancadas de chuva previstas a partir da tarde. As temperaturas seguem em elevação, mas ainda com máximas abaixo de 30°C.
Já na sexta-feira (13), o sol volta a aparecer entre nuvens em todo o estado, com calor mais intenso. Mesmo assim, a formação de um sistema de baixa pressão no Rio Grande do Sul favorece pancadas de chuva isoladas entre a tarde e a noite. As temperaturas ficam mais elevadas, com máximas próximas ou acima de 30°C em várias regiões catarinenses.
A instabilidade ao longo da semana está associada à influência de áreas de baixa pressão entre o Paraguai e o Sul do Brasil, além da circulação marítima favorecida por um sistema de alta pressão com centro no litoral da Argentina.
































