Mala do Esporte
Continuando a história que comecei a contar na edição anterior, sobre um cidadão que apareceu para mim e o Jürgen Köning, lá nos anos 90, dizendo ser irmão de um grande jogador do Vasco da Gama, e que queria fazer um teste em algum time do futebol amador de Pomerode. Nós o convidamos então para jogar pelo Botafogo. Eu era integrante da diretoria. O jogo era um teste, em uma partida oficial. Ele entrou no campo naquela “panca”, que logo caiu após 20 minutos de jogo, pois começamos a perceber que ele era um tremendo “pé frio”. Literalmente nem sabia jogar futebol. Foi substituído pelo jogador da casa Giovani Hackbart. No amador, como no profissional, sempre têm jogadores malas. É FATO, E TÁ NA HISTÓRIA!



























