Vem com tudo
Praticamente fechada a vinda de ex-deputado Gilmar Knaesel (PSDB) para disputa eleitoral deste ano, o nome ganhou força após o partido fazer uma pesquisa de intenção de votos, onde Gilmar despontou, e a ideia do partido é fechar o vice-prefeito ainda nesta quinta-feira em reunião a ser realizada a portas fechadas. Ganham forças os nomes de Amarildo da Silva (PP), que foi ex-presidente da Câmara de Vereadores no passado e tem muita influência nas localidades de Pomerode. O vice-prefeito Ricardo Campestrini (PSD) também é indicado, já no partido dos Democratas teríamos o nome do ex-prefeito Ércio Krieck como um nome de força indicado para assumir como vice na chapa. Agora sim, começamos a definir as eleições para este ano, portanto teríamos a coligação teoricamente fechada com PSDB, PP, DEM e PSD.
Presidente da Alesc Aldo Schneider
Presidentes das Assembleias Legislativas de todo o país se encontraram ontem com Michel Temer, em Brasília. O deputado Aldo Schneider (PMDB), que preside interinamente a Alesc, participou do encontro no Palácio do Planalto. Na pauta, a PEC 47, que dá autonomia para os estados legislarem sobre questões que atualmente são privativas da União, como assistência social, política agrícola, trânsito, licitação e contratação, transporte e normas ambientais. A proposta tramita desde 2012 no Senado e foi apresentada com apoio de 15 Colegiados Estaduais, dentre eles o catarinense. Ao declarar apoio à PEC, Temer citou a descentralização implementada por Luiz Henrique da Silveira, quando foi governador. “A proposta vai dar robustez à atuação do Poder Legislativo nos estados, sem prejuízo de autoridade para a União, porque possibilita que as unidades federativas suplementem as regras gerais, o que fortalece o país”, defendeu o presidente interino.Aldo falou em nome dos três estados do Sul e disse não ser possível equiparar, por exemplo, o bioma de Santa Catarina com o do Pará – “Realidades distintas merecem tratamentos distintos”, resumiu. A matéria está pronta para ser pautada no plenário do Senado, de onde seguirá para apreciação da Câmara e posterior sanção presidencial.

