Coluna do Prates – 27/02

 “Milagres”

Acabei de ler uma história, ler e ver a foto da pessoa, que me deixou pensando… Mais que pensar, reafirmar uma certeza, uma verdade incontestável: somos capazes de viver milagres. Milagres nada religiosos. O ser humano não nasceu religioso ou por vontade de “Alguém”… Patifes humanos, isso sim, inventaram lorotas “divinas” para ganhar o poder diante dos apoucados da mente… É fácil ganhar dinheiro, poder, vantagens de toda sorte, diante de pessoas tapadas, haja vista o Brasil dos últimos 13/14 anos…

 A História foi – e está – sendo escrita por oportunistas diante de pessoas de visão estreita, pessoas que se deixam “engravidar” pelos ouvidos e aparências… Vamos ao fato, ao velho e mais uma vez renovado fato…

Um certo cidadão, gaúcho, estava desenganado pelos médicos que o tratavam, doença insidiosa, mortal, no mais das vezes. Esse cidadão estava em estado avançado da moléstia quando os médicos o mandaram para casa, deixando claro que morrer em casa seria melhor… Baita estupidez.

Ocorre que o tal cidadão parece que não deu ouvidos aos médicos, foi para casa e começou a melhor, a melhorar, a melhorar até… ficar curado. Milagre!

Não, não existe milagre, milagre seria algo vindo de “alguém” divino, isso é o que dizemos quando não entendemos as possibilidades inerentes aos poderemos humanos especialmente sobre a saúde. O ser humano tem o poder de adoecer o corpo físico, de daná-lo até à morte, mas… tem também a força, a possibilidade de curá-lo. Não é milagre, é uma potencialidade, uma condição, um poder humano. Podemos nos autocurar de toda e qualquer moléstia, por adiantada em que esteja e por mais desanimador que seja o prognóstico médico. Desanimar é matar uma pessoa, é tirar dela a esperança do “milagre” que não é milagre, insisto, é possibilidade.

Ninguém se deve prostrar diante de um “fatal” prognóstico médico ou de quem quer que seja. Essa história do cidadão gaúcho que foi mandado para casa para morrer entre “os seus” é mais um atestado formal de que prognósticos não matam, o que mata, mais das vezes, é a falta de fé, de fé na Natureza e nas capacidades humanas. Seja qual for a moléstia, no estágio em que estiver, ela é reversível, a história humana está repleta de exemplos. E nem vou dizer que a Esperança não é a última que morre, ela não morre, ela é imortal. E Esperança, você sabe, é nome de mulher, e as mulheres são capazes de todos os “milagres”…

VERDADE

Você já ouviu a conversa aí de cima? Então, cabe-me dizer que eu seria um refinado estúpido se dissesse o que disse apenas para me fazer de bonzinho. A literatura médica, e outras tantas e mais significativas até, conta de inúmeros casos de curas “milagrosas”, de remissões espontâneas de doenças dadas como mortais… Que ninguém se deixe abater, a cura até agora “desconhecida” está a nos rodear e a envolver de modo ainda desconhecidos, mas existe… É acreditar e lutar por ela. Somos milagrosos.

LIVRO

Para os doentes, para os descoroçoados da vida recomendo um livro formidável: “Amor, Medicina e Milagres”, escrito por um cancerologista americano, Bernie Siegel. É o relato de um capacitado nome da medicina americana sobre os “incompreensíveis” milagres que acontecem com pessoas desenganadas pela “ciência”. A leitura é ótima para doentes e não-doentes. É um livro para a vida.

FALTA DIZER

Há vários modos de suicídio. Alguns deles em frases: – Não gosto de ler, não gosto de viajar, não gosto de música, não gosto de sair, estou muito velho/a, não tenho jeito, não tenho talento, não tenho sorte… Morreu.

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