Luiz Carlos Prates

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Aqui na empresa…

Aqui na empresa? Que empresa? Qualquer uma. E vou logo à pergunta: aqui na empresa- ou na sua empresa – somos todos iguais? Se alguém na diretoria disser que sim, pode mandar fechar as portas, a empresa vai falir em pouco tempo. Sem essa de que todos somos iguais, em nenhum lugar somos todos iguais. Podemos ser “razoavelmente” parecidos na biologia, só.  “Razoavelmente” parecidos, não mais.

Ocorre que com a velha e falsa conversa de que “somos todos iguais”, as empresas desprezam os melhores, não os elevam como devem e não os premiam como merecem. Aliás, que fique claro, em torno, no mínimo, de 70% dos que trabalham não gostam do que fazem, trabalham só pelo salário… E estou cansado de dizer que quem trabalha só pela salário, ganhe o que ganhar, será sempre mal pago. Fora disso, também é preciso dizer que não mais que 30% dos empregados de “todas” as empresas valem a pena para elas, isto é, são proficientes e confiáveis, não mais que 30% e… olhe lá.

O que quero dizer com isso? Que as empresas procurem identificar os seus funcionários verdadeiramente competentes e sérios e os premiem, os elevem, os paguem melhor. São eles o sucesso da empresa, como ocorre, aliás, nas novelas… Nas novelas, você tem o elenco titular, os melhores atores e atrizes, e tem os “figurantes”, lá atrás… Os figurantes são necessários mas perfeitamente substituíveis, são parte da “decoração”… Sem meritocracia, sem a hierarquia dos melhores, as empresas perdem tempo, gastam mal e lucram menos. Agora, que fique claro: quem faz de uma pessoa um bom profissional é a própria pessoa. A família, no caso dos jovens, e as empresas, no caso dos trabalhadores, pode oferecer bom colégio e treinamentos de excelente qualidade, aproveitá-los depende só do jovem, do aluno, ou do profissional, no caso das empresas. É a pessoa que se valoriza e hierarquiza na vida.

E sem essa de que estudei pouco, moro numa cidade pequena, nunca tive sorte… as baboseiras ditas, costumeiramente, pelos frouxos, pelos “figurantes” da vida.

Que as empresas adotem a meritocracia como alicerce de crescimento e deixem isso muito claro ao funcionário no dia em que ele assinar contrato com a empresa. E que as empresas, é claro, sejam justas nas avaliações. Se um gerente, um RH, um ordinário qualquer, for pegado na contramão, protegendo um indevido e fustigando um talentoso, que esse safado seja pegado e leve uma sova. Ato seguinte, rua, rua, safado de uma figa.

 

Justiça

Quando alguém fala em meritocracia no trabalho fala de justiça, mesma coisa, afinal, quem já não “ouviu” a Bíblia dizer que – “a cada um segundo suas obras”? Mas não faltam os tapados a dizer que é injusto, que isso é coisa de gente que quer que os pobres paguem o pato, trabalhem mais e ganhem menos… Quem disse isso, ô, tapado? Justiça no trabalho é dar a cada um, sim, segundo suas obras… Ponto. E acho bom.

 

Sonhos

E aí, leitora, a vida anda sem graça, monótona, um dia após o outro e nada…? Quase certo que você esteja a precisar de novos sonhos ou, então, de dar roupa nova para os seus velhos sonhos. Aliás, sonhos não podem envelhecer, sonhos envelhecidos nos tiram as “pilhas” do entusiasmo. Hein, que tal um novo sonhozinho? Hummm, ele pode estar ali na esquina…

 

Falta dizer

A maioria do povo que anda pelas esquinas prefere rezar a suar, tem sonhos, desejos, projetos mas… Fica nas orações. Nenhum santo ajuda a quem não se ajuda. É levantar e suar. Aí sim, aí crer faz a diferença. 

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