Luiz Carlos Prates – Fim de semana

Nunca desistir

A historieta que vou contar tem alguns anos, não perdeu, todavia, a atualidade. Num certo dia, um colega me chegou todo sorridente à empresa onde trabalhávamos, uma TV. Perguntei-lhe da razão da faceirice e ele me mostrou o livro que trazia debaixo do braço, um livro de inglês. Acabara de se matricular num curso de idiomas, meu amigo queria aprender inglês.

Conversamos por não mais que uns 25 segundos e eu disse a ele: -“Te dou dois meses”! Dois meses para quê? – perguntou-me o colega. – Para que tu desistas de estudar inglês, te dou dois meses, não mais…, disse ao surpreso amigo.

Não sei se o tempo foi cumprido à risca, mais um tempinho depois o colega desistiu. Veio com aquelas desculpas esfarrapadas, falta tempo, muito difícil, acho que não vou aprender, isso e mais aquilo… Na verdade, o que faltou ao colega é o que falta à maioria que anda por aí: força de vontade, persistência, disciplina. As pessoas começam e logo depois param, desistem, acham uma desculpa.

Para aprender Português, por exemplo, você precisa da vida toda, e ainda vai faltar tempo. Nada se aprende por completo nesta vida, nada. Quem disser que já sabe tudo, que não tem mais o que aprender, fuja dessa pessoa, ela é um perigo. Imagine um médico, um advogado, um mecânico, qualquer um, que diga que não tem mais o que aprender… Deus nos livres desses tipos. Ave Maria!

Desistir é o caminho mais curto para o fracasso e para buscarmos desculpas frias… Jamais desistir de um projeto interessante e  necessário para nossa realização. Só os frouxos desistem. Ademais, é sempre muito tarde para desistir de algo. Talvez seja o teu caso, estás aí agora numa dúvida, desistir ou não desistir? Sobre o que é bom não devemos ter dúvidas, mas… Se a dúvida for sobre acabar ou não com um relacionamento ruim com um namorado, marido, o que for, ah, nesse caso é desistir mesmo. Esperar por milagres no “amor” é burrice, amor só vale a pena se valer a pena…

Fora disso, o que um dia foi dado por você como algo de valor e que muito acrescentaria à sua vida, ao seu sucesso existencial, vá em frente, não desista. Mais tarde, você vai olhar para trás e suspirar: e dizer que eu quase desisti. Não desistiu e venceu. Em frente!

 

ELAS

Todos os dias ficamos sabendo de novos casos de mulheres que ou foram mortas por seus companheiros ou ex-companheiros ou que, finalmente, depois de anos e anos de surras, foram à delegacia dar queixa das violências. Tudo errado. O caso deve ser dado por encerrado por elas diante do primeiro “pigarro” mais forte de parte do covarde. Homem que bate em mulher é um covarde frouxo. Um vagabundos desses tem que ser mandado pastar no primeiro dia de identificação do seu caráter ruim. Certo, “meninas”? – Ah, estão ocupadas, não me podem ouvir, entendo…  

 

ELES

Cada vez mais e mais vagabundos estão ocupando os centros das cidades sob o pretexto de que são (pobres) moradores de rua. As prefeituras precisam mandá-los para o devido lugar: lá para longe. Não quiseram trabalhar nem estudar, que colham o resultado de suas vadiagens, safados. Caiam fora!

 

FALTA DIZER

Uma amiga, colega, disse-me que ia comprar “uns” ansiolíticos, andava muito ansiosa. Perguntei se ela me podia dizer das razões, ela não sabia definir, hummmmm, acho que já entendi… Sugeri a ela que trocasse os ansiolíticos por um bom livro, a escolher; o efeito seria imediato, sem contraindicações e com resultados para o resto da vida. Uma “receita” para guardar na bolsa…

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