Segurança pública
Algumas ocorrências policiais têm chamado a atenção da população e gerando preocupação dos munícipes. Para discutir detalhes da Segurança Pública, uma reunião foi realizada na última semana, no gabinete do prefeito Ércio Kriek. O encontro teve a participação da vice-prefeita Gladys, do comandante da PM de Pomerode, tenente Fábio Verdasca de Luca, e do comandante da 2a Cia da PM, tenente Cristofer Tiemann. Uma das novidades que faz parte do plano de ação contra a criminalidade é que em breve as ocorrências de trânsito serão de responsabilidade da Getran; além disso, devem ser instaladas novas 30 lombadas eletrônicas, com um software que identifica veículos com alguma pendência com a Justiça, mas tudo isso após conclusão do processo licitatório. Novas câmeras de monitoramento também estão entre as medidas implementadas pelo Executivo. Tudo isso vem de encontro com o que a comunidade busca: segurança. Porém, vale lembrar que Pomerode não é, infelizmente, a mesma cidade de 50 anos atrás quando janelas e portas eram deixadas abertas. Os carros eram deixados com vidros abaixados e portas destrancadas. Ainda moramos numa cidade pacata, ordeira e com povo trabalhador. Mas é preciso haver consciência social. Temos que manter olhos bem abertos para não dar “sorte para o azar”. Cuide do seu patrimônio para que ninguém descuide ou tome ele de você. Toda atenção, zelo e cuidado são necessários. Pensando e agindo assim, contribuiremos com o trabalho da PM.
Sistema falho (?)
Infelizmente, mais uma vez as chuvas trouxeram tristeza, prejuízos e desesperança para os moradores de diversos municípios catarinenses. Na última década, se não me falha a memória, por pelo menos três vezes as águas foram o foco. Lembro-me de 2008, 2011 e este ano, muito bem. O que chama a atenção, porém, é a falta de atualização dos planos de enchente, falta de modernização no sistema de contenção de cheias, entre outros fatores. Obviamente, o ser humano tem, infelizmente, uma parcela de culpa por não cuidar e preservar o meio ambiente. As enchentes, em grande parte, são reflexos do descaso com o ecossistema. No que tange a parte governamental, que precisa arregaçar as mangas e planejar, ter um outro olhar sobre as cheias, pensar em formas de diminuir o impacto que as águas causam só nos cabe cobrar. Mas em relação a nossa parte, pergunto: o que você tem feito para diminuir o impacto das suas ações no meio ambiente?


