Passou pelo Testo – por Ismael Ewald Limberger

Estamos de olho

A promotora de justiça de Pomerode, Dra. Rejane Gularte Queiroz Beilner, esteve na Câmara de Vereadores para mencionar alguns assuntos de relevância aos munícipes. Os temas tratados por ela foram diversos, tais como a situação dos táxis no município, a gratificação de funcionários, repasses para a ASSEUP, transporte público escolar e cessão de servidores públicos. 

Também questionou a verificação das gratificações dos funcionários públicos, pois, de acordo com ela, alguns estão recebendo sem as devidas justificativas. Ela chegou a sugerir que algumas pessoas sejam exoneradas. Estamos de olho!

Blumenau ganha escritório regional da Fiesc 

A Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) inaugura nesta sexta-feira, dia 6, em Blumenau, o escritório de sua Regional Vale do Itajaí. A cerimônia de entrega será às 18h e contará com a presença do vice-presidente regional da entidade, Ronaldo Baumgarten Junior, e do presidente da Fiesc, Glauco José Côrte. 

O espaço, que terá aproximadamente 132m², está localizado no Centro Empresarial de Blumenau (CEB), no bairro Vorstadt. Por meio dele, a Federação pretende oferecer cada vez mais agilidade e comodidade às indústrias associadas, além de fortalecer a presença na região.

Desabafo de uma moradora indignada 

“Boa noite, sou moradora da Rua dos Atiradores. Não costumo publicar aqui, mas tomei coragem e liberdade para fazer um questionamento aos vereadores e também ao prefeito e vice. Todos que moram na Rua dos Atiradores sofrem constantemente com a poeira e a dúvida aqui é a seguinte: houve e ainda há os tais falatórios de possível pavimentação da rua, o que até agora nunca aconteceu. O que gostaríamos de saber é se isso realmente é possível ou se é apenas enrolação e boatos. O que nós queremos aqui é a verdade nua e crua, não queremos mais promessas que não se cumprem, não queremos ser iludidos com a possibilidade do asfalto um dia, queremos uma resposta concreta. Sei que o caminhão pipa passa na rua todos os dias, mas todos sabem que o fluxo de veículos é tão grande que o caminhão pipa teria que passar inúmeras vezes pra tentar dar conta da poeira. Andar de bicicleta é quase impossível, os olhos ardem a ponto de ter que parar. Então, o que estou pedindo aqui é apenas um esclarecimento quanto a esse assunto, porque não queremos nos iludir e esperar por algo que talvez nunca aconteça…” (Deisi Kuester)

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