Luiz Carlos Prates – 25/04

Divulgação.jpg

Tudo errado

Dia destes, a jovem voltou às aulas na Universidade Estadual do Rio de Janeiro que estava em greve. Diante dos repórteres que cobriam o reinício das aulas, a estudante fez uma frase que é a cara dela e dos milhões de outros brasileiros por igual e acomodados. Ela disse que – “Trouxe até o papel higiênico”… O que ela queria, papel higiênico farto e de graça nos banheiros? E ela não sabe que seus colegas entopem os banheiros com esse mesmo papel indevidamente a eles dado e de graça?

Os vagabundos, por espírito bandido, entopem os sanitários, jogam papel “sujo” no teto dos banheiros, deixam as torneiras abertas, tudo, de tudo a revelar-lhes o caráter. Aliás, do mesmo tipo daqueles estudantes de Medicina, aqui do Estado, que tiram fotos fazendo gestos de vagina para ofender mulheres, mesma coisa. Esses tipos têm que ser “pegados”. Não são “homens” para debochar? Então, que sejam homens para apanhar…

Ah, e sem essa de faculdades de graça para vagabundos que podem pagar, eles e suas famílias, safados. E os que hoje não podem pagar têm que pagar depois de formados, tudo, sem faltar um tostão. Sem essa de “igualar” artificialmente os chamados de desiguais, afinal, não se dizem todos iguais? Então, que paguem pelos estudos.

Agora, que o povo, em maioria, não presta, não presta. Ouça esta que tirei de uma reportagem de jornal: “Tanto na esfera pública quanto na privada, uns dois dias antes de um feriado, o pessoal já vai mudando o foco do trabalho para a folga”. Quer dizer, o “feriado” começa dois dias antes? E o que dizer da “novidade” no catálogo de doenças da Organização Mundial da Saúde – depressão pós-férias? Muita gente volta das férias deprimida, isto é, a volta ao trabalho lhes provoca depressão… É o caráter da maioria do povo, é o desdém pelo trabalho, é o nem aí para as responsabilidades.

E para terminar, dizer o quê desses canalhas – Todos – que pegaram dinheiro grosso nas campanhas políticas e continuam a pegá-lo depois de eleitos? Mas todos dizendo-se inocentes. Na minha delegacia eu os queria ver negando… Ah, queria! Enfim, personalidades brasileiras: dos jovens estudantes aos “velhos” políticos. Claro, e passando tudo isso pelo grosso do povo, povinho manso e conivente…

 

Verdades

Um simpático colega escreveu esta manchete: – “Odebrecht destruiu a política”. Colega, senta aí, vamos tomar um café! Não foi a Odebrecht que destruiu a política, ou o Brasil. Foram os canalhas políticos e “autoridades” que fazem qualquer negócio e que depois, pegados, negam tudo, dizem-se inocentes vítimas. E é bom lembra que não é a ocasião que faz o ladrão, a ocasião “apenas” revela o ladrão. O ladrão estava esperando pela hora de ser ladrão… Safados.

 

Repetição

Leitora, leitor, vamos ser caretas? Combinado, vamos! E vamos começar ensinando “duramente” aos nossos filhos e crianças a serem honrados, a apreciar a Educação Moral e Cívica. Crescerão fortes, moralmente robustos, não cairão em desesperos gerados pelas ilicitudes, serão, enfim, respeitados. Serão respeitados sim. Os debochados da vida dizem que não, que não respeitam os moralmente saudáveis, mas é mentira deles. Além de respeitarem, os temem, não sem antes admirá-los odiosamente. E sem esquecer, como disse Lupicínio Rodrigues – “Vergonha/caráter foi a herança maior que o meu pai me deixou”. Pai e mãe, não é, Lupi?

 

Falta dizer

Guardei segredo até o último dia. Foi sexta-feira. Uma experiência que me distinguiu e me fez muito feliz: fui o celebrante do casamento dos meus amigos Laine Valgas, apresentadora do Jornal do Almoço da RBS-TV, e Affonso Silva. Saí do casamento sendo chamado de “padre” pelos amigos. Festão.

Proibido reproduzir esse conteúdo sem a devida citação da fonte jornalística.

Receba notícias direto no seu celular, através dos nossos grupos. Escolha a sua opção:

WhatsApp

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui