Nada como uma Benzetacil para te fazer reavaliar a riqueza das coisas simples da vida

A semana começou um tanto quanto desagradável para esta gentil cronista (sim, eu sou gentil, juro!). Pela segunda vez em poucos dias, uma amigdalite veio se alojar na minha garganta.

Como o antibiótico de via oral, ou seja, tomar o comprimido(ÃO), por sete dias não se mostrou muito eficaz, eis que o médico indicou ela, a infame, a temida, a cruel: injeção de Benzetacil.

Não sou medrosa, logo passei para a aplicação. Cara de paisagem durante o processo, como já é a segunda vez, achei que a experiência ajudaria. Não sei se minha memória do evento está afetada, mas acredito que a primeira não doeu tanto assim. Após o tempo de observação, fui embora bem plena, agradeci todo mundo, desejei um ótimo dia, um ótimo trabalho e embarquei no carro. Ô glória!

Vai sentar? Dói! Vai deitar? Dói! Tá andando? Dói! Claro, como toda adulta, sei que reclamar de remédio é manha. Mas exijo meu direito de ser manhosa. Aqui estou eu, escrevendo esta crônica e lembrando dos bons tempos em que ficar sentada não fazia “a área da injeção” doer. 

Compressa pra cá, reclamação para lá, aguardo o momento em que as coisas simples da vida, tais quais já citadas acima, não doam mais.

No mais, meu estômago agradece por não ter que se virar para absorver outros sete dias de antibióticos. “A área da injeção”, no entanto, segue bem chateada com o desfecho dessa história.

Uma vez exercido meu direito de reclamar, me despeço por essa semana!

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