Um brinde às estranhezas: a agonia para encher balões

Nessa semana, tivemos o aniversário de uma das integrantes da equipe Testo Notícias. Nessas ocasiões, sempre enchemos balões pra decorar o ambiente. Fazia tempo que eu não ajudava na tarefa (as meninas mais jeitosas do time geralmente assumem a missão), mas nessa semana me voluntariei. Malfadada ideia!

Eu tenho uma profunda agonia relacionada a balões. Começa no momento de enchê-los. Enquanto estou soprando, a impressão de que ele vai estourar na minha “cara” é constante. Eu já realizo o processo com os olhos fechados e o semblante contorcido, esperando o “puff”.  Chega a ser cômico. E o pior é que já aconteceu de estourar enquanto enchia. E o que aconteceu? Nada, é claro! Mas o receio permanece, como eu disse, um brinde às estranhezas nossas de cada dia!

A agonia com os balões se estende a ficar próxima a um grande número de “bexigas”, por exemplo, aqueles arcos decorativos das festas. Quanto mais balões, maiores as chances de “puff”, né? Deus me livre então daquele momento em que os mais animados do evento se armam com palitos para promover um “estouraço”.

Não termina por aí. Quando alguma criança está brincando com balões eu fico pensando: tadinha, vai estourar, tomara que ela não se assuste. A criança não está nem aí, a preocupada sou eu mesma (risos). Pior ainda quando me convidam para a brincadeira, é tipo o jogo da “batata quente”: “tomara que não estoure na minha vez… não joga pra mim não… ai meu Deus, o balão tá vindo”. Novamente, é cômico!

Mais alguém aí compartilha dessa estranheza?

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