O futuro de Eduarda

Conheça a história da pomerodense que foi estudar na Argentina


Aprendizado: Eduarda ao lado dos sócios do Rotary Club Puerto Madero. Foto: Arquivo pessoal

O Rotary Club de Pomerode oficializou o primeiro intercâmbio internacional. Na noite de terça-feira, 21 de agosto, a pomerodense Eduarda Ludwig, recebeu das mãos do Presidente do Rotary Club de Timbó – Pérola do Vale a flâmula e cartões de visita oficializando o intercâmbio. Eduarda que é filha de Rosânia Casagranda, secretária do RC de Pomerode, chegou em Buenos Aires, na Argentina, no dia 22 de agosto, onde permanecerá por três meses.

No primeiro mês ela será hospedada por uma rotariana do Rotary Club Puerto Madero, onde já possui vasta agenda a partir do desembarque na capital argentina. “No mês seguinte ficarei na casa de outra pessoa do Rotary e no último mês, em outra casa. Conhecerei várias pessoas diferentes, de fato”, comenta Eduarda.

O sonho de fazer intercâmbio não é recente. “Desde criança, quando estava no fundamental eu já tinha essa vontade. Só que aumentou quando a minha amiga, Liandra Michelmann foi pra Alemanha através de intercâmbio. Desde então minha curiosidade foi só crescendo”, diz a estudante.

Eduarda fará o curso pregrado, curso classificatório para a graduação em medicina na Universidade Héctor Barceló. Caso seja aprovada na prova, retornará ao país para cursar medicina no próximo ano. Enquanto isso, estuda e se dedica também a outra realização pessoal. “Minhas expectativas aqui também estão ligadas a conhecer pessoas e me adequar à cultura local”, salienta.

“O intercâmbio é uma ferramenta muito utilizada pelos clubes de Rotary no mundo e tem um papel importante na comunidade. No caso da Eduarda foi para estudos e, desta forma, Pomerode pode ter um reforço essencial para a medicina na cidade”, diz o Presidente do Rotary Club de Pomerode, José Luiz Eyng.

A estudante também falou sobre a sua rotina de estudos e o sonho de cursar medicina. “Já estava fazendo cursos e me preparando por aqui há dois anos, mas com a dificuldade para conseguir uma vaga em alguma Universidade Federal e com os valores altos para cursar numa faculdade particular, resolvi apostar nos estudos na Argentina”.

Além de toda a preparação psicológica. “Não foi fácil. A ficha só caiu na última semana antes de viajar. Foi tudo muito rápido, eu e minha mãe ficamos muito surpresas com a aprovação. Aqui não está sendo muito fácil, pois a cultura é diferente. Entretanto, as aulas intensivas de espanhol foram essenciais”, finaliza.

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