Depois da morte prematura de Lara Dolinski, com 28 anos, moradora de Pomerode, devido a uma pneumonia oriunda de uma complicação da Covid, os pais, Ricardo Moreira de Souza e Claudia Dolinski, resolveram fazer uma homenagem póstuma e publicaram um livro que ela havia escrito.
No dia 17 de junho, foi lançado “A Leoa e o Besouro”, um livro comovente que narra a jornada de vida de sua autora, marcada pela fé e resiliência. Nesta obra autobiográfica, Lara Dolinski relata como que o diagnóstico de uma doença renal, aos 10 anos de idade, alterou completamente a sua trajetória de vida.
Com muita sensibilidade e um estilo jovem de escrever, Lara compartilha reflexões sobre autoestima, depressão, amadurecimento espiritual, fé cristã, e seu genuíno relacionamento com Deus, baseado no amor e livre de cobranças excessivas.
Trata-se de um testemunho inspirador de coragem (representada pela leoa) e força (representada pelo besouro). Uma obra que convida os leitores a refletirem sobre fé, amor e o verdadeiro significado de uma vida com propósito.
Lara aprendeu desde cedo a conviver com as limitações impostas pela doença e a possibilidade de não envelhecer, visto que o diagnóstico da sua doença foi dado quando tinha apenas 10 anos. Em 2009, ela fez um transplante, mas perdeu o rim em 2011. O pai conta que, em 2016, ela fez um novo transplante e estava bem até contrair a Covid.
Tanto o livro, as redes sociais de Lara (laradolinski), quanto os recadinhos deixados pelos amigos no seu velório, demonstram que se tratava de uma pessoa especial. Antes de morrer, ela escreveu um bilhete para a família e amigos pedindo que não sofressem com a sua partida.
Quem quiser comprar o livro pode entrar contato com o pai dela, Ricardo, no telefone (47) 99668-8006 ou no site da Amazon.
































