Claudio Duwe viu os seus dias se encherem de luz com a chegada da filha

A chegada da pequena Esther Nayara, hoje com dez anos, foi um momento único e cheio de emoção para o papai Claudio Duwe, 46 anos. Ele e a esposa Regina sempre sonharam em ter filhos e ver a família crescer. Desejo que foi aumentando e ganhando ainda mais força com o passar do tempo.
Claudio conta, que mesmo com todo o amor que tinham para dar e a vontade de serem pai e mãe, problemas de saúde acabaram se tornando empecilhos para que esse sonho se tornasse realidade. Até que decidiram que era a hora de adotar uma criança. “Mesmo com tratamentos minha esposa tinha problemas para engravidar. Como tínhamos muita vontade de sermos pais, resolvemos entrar na fila da adoção”, relembra.
Foi então que há sete anos, um pacotinho cheio de amor chegou para encher a vida de Claudio e Regina de alegria. Esther foi adotada com três anos e sete meses e, mesmo com a espera, e todos os trâmites, Claudio afirma que hoje está completo. “Não tenho palavras para dizer o que a chegada da nossa filha significa para nós. Apesar de todas as dificuldades e burocracias pelas quais passamos antes de conseguirmos a guarda judicial dela, posso dizer que tudo valeu à pena e eu faria tudo novamente”, afirma.
Para Claudio, a paternidade é cultivada através de laços de amor, carinho, respeito e amizade. Laços que não dependem do fator biológico, mas sim de um coração e uma mente abertos para a doação. “É algo que se cria com o tempo e que vamos construindo e mantendo a cada dia”.
Como pai de primeira viagem, Claudio explica que muitos foram os desafios e que o papel de pai exige muita responsabilidade e dedicação. “Um dos principais desafios da paternidade é que você transforma sua vida em função do filho e não tem valor que pague isso. Ser pai exige, antes de mais nada, uma grande responsabilidade e dedicação em tempo integral. Você se torna o número um e precisa estar presente, compartilhar as necessidades dela e fazer tudo para o seu bem-estar”, declara.
É essa dedicação e cuidado que Claudio tem pela sua filha Esther que faz com que ele não entenda como pais biológicos podem ter atitudes violentas em relação aos seus filhos e até mesmo os abandonem à própria sorte. “Isso é o mais revoltante para os pais adotivos, escutar que crianças são violentadas e abandonadas por seus pais. O papel de um verdadeiro pai é amar incondicionalmente, aprender com as adversidades, crescer e partilhar cada pequeno momento”, finaliza.
Imagens

Foto: Arquivo Pessoal 
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