Professoras aposentadas da rede municipal de ensino voltaram à sala de aula para trabalhar o tema com os alunos

Exemplo: professoras toparam o desafio de voltar às salas de aula para ensinar sobre deveres e diretos do cidadão.
A terça-feira, dia 09, foi de comemoração, análise e crescimento para o Observatório Social de Pomerode e para as professoras voluntárias que toparam o desafio de voltar às salas de aula para aplicar o programa Observador Social Mirim. Em 30 dias, foram impactados 430 estudantes de 10 escolas públicas e particulares da cidade. Um feito importante que busca iniciar uma mudança cultural.
A ação contou com a parceria, da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi), do Observatório Social de Pomerode e da Prefeitura e foi aplicada aos alunos do 6º ano das escolas públicas municipais e do 4º ano das escolas particulares.
As atividades funcionaram como um incremento na grade curricular e discutiram, de forma lúdica, temas como a importância social dos tributos, corrupção, cidadania, transparência, responsabilidade e controle social.
As professoras que participaram da aplicação da metodologia aproveitaram a oportunidade para trocar experiências. Segundo elas, cada turma reagiu de forma diferente ao conteúdo, mas todas participaram ativamente das discussões e das atividades lúdicas propostas.
Para o presidente do Observatório Social de Pomerode, Mauricio Nienow e para a coordenadora Letícia Fernandes, contar com o voluntariado foi de vital importância para o sucesso da atividade proposta. “Queremos agradecer a todas vocês por abraçarem o desafio de trabalhar temas tão relevantes com os alunos”.
O programa foi criado em 2016 pelo Observatório Social de Brusque (OSBr). Atualmente, a cartilha utilizada durante a aplicação já está em sua 4ª edição e o sucesso da iniciativa foi tão grande que se expandiu para as cidades vizinhas e, até mesmo, foi cedido à Organização das Nações Unidas (ONU).
Ao fim da aplicação da cartilha, que se dá em duas aulas, os alunos receberam um certificado e uma lupa, que marca a transformação deles em observadores sociais mirins.
































