O professor de uma creche de Florianópolis que foi afastado do cargo e preso em flagrante no dia 1º de julho acusado de pedofilia, foi formalmente acusado pelo Ministério Público de Santa Catarina pela prática dos crime de estupro e armazenamento de conteúdo pornográfico infantojuvenil.
Além disso, o promotor de justiça Gustavo Wiggers, titular da 23ª Promotoria de Justiça da Capital, também requisitou a instauração de um novo procedimento para apurar os crimes de produção de conteúdo pornográfico infantojuvenil e de eventual venda ou exposição à venda desses conteúdos.
Ocorre que a suspeita aponta que além de armazenar o conteúdo, ele também se aproveitava de sua função como professor para fazer registros fotográficos de crianças nuas quando utilizavam o banheiro da escola. A requisição também pede a apuração de eventual responsabilidade penal por parte do ex-diretor da instituição de ensino, por possível omissão.
A denúncia do MP ocorreu na segunda-feira, dia 07.
Prisão em flagrante
A prisão em flagrante ocorreu em cumprimento de um mandado de busca e apreensão expedido pela Vara Regional de Garantias da Comarca da Capital, a pedido da autoridade policial e com manifestação favorável do Ministério Público, a partir de denúncia feita por uma mãe. Na audiência de custódia, o conduzido teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva.
Os procedimentos tramitam em segredo de justiça, sendo estas as informações passíveis de divulgação neste momento.
































